DURAÇÃO: 18'23''
Blogue do Fábio Elionar
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
JURGEN HABERMAS
CONTEÚDO: vídeo-aula do professor Aldir Filho sobre o pensamento de Jurgen Habermas e a segunda geração da Escola de Frankfurt.
DURAÇÃO: 18'23''
DURAÇÃO: 18'23''
terça-feira, 6 de agosto de 2013
LINKS PARA DOWNLOAD
ARQUIVOS NOS FORMATOS .pdf .doc .ppt (documentos criados por Fábio Elionar C. S.)
APOSTILAS (documentos disponíveis na web para download)
- TCC: modelo de formatação de monografia (UGB - 2013 - ICSH)
- TCC: modelo de formataçaõ de monografia (UGB - 2013 - ISE)
- ARTIGO: modelo de artigo acadêmico (UGB)
- SLIDES: sobre Fichamento e Estrutura do Texto (15 páginas)
APOSTILAS (documentos disponíveis na web para download)
- Metodologia da Pesquisa (Eduardo Moresi): boas dicas de pesquisa quantitativa e qualitativa
- Manual de Trabalhos Acadêmicos (UGB - 2013)
segunda-feira, 11 de março de 2013
MATERIAL DE APOIO À PESQUISA
Há vários recursos que ajudam o pesquisador em suas necessidades de encontrar material, selecionar, organizar e redigir.
Conhecer os mecanismos de catalogação de uma biblioteca (tabela CDD), entender a diferença entre pesquisa quantitativa e qualitativa, saber elaborar gráficos, dentre outros, é fundamental para a qualidade da pesquisa.
Abaixo listamos alguns linques que podem ser úteis:
- Tabela CDD (Classificação Decimal de Dewey) - completa. Esta tabela é usada para catalogação das obras de uma biblioteca. As etiquetas que ficam na borda dos livros sempre trazem números organizados em centenas, por exemplo: 869.91, sendo que a centena 800 indica o assunto LITERATURA e a dezena 69 indica LITERATURA PORTUGUESA E BRASILEIRA. A subdivisão .91 indica o assunto POESIA.
- Diferença entre PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA: quando é preciso fazer pesquisa de campo, é comum o uso de uma ou outra dessas modalidades de pesquisa. Em resumo, a pesquisa quantitativa permite identificar numericamente e proporcionalmente os elementos de um conjunto (por exemplo: em uma sala de aula, qual a proporção de alunos homens e mulheres?). A qualitativa consiste, basicamente, do levantamento de dados mais minuciosos sobre uma questão, em forma de depoimentos, comentários e análises dos entrevistados.
- Como construir um GRÁFICO usando o WORD: após a coleta de dados, é necessário dar a eles uma formatação que facilite o entendimento. Gráficos e tabelas são a melhor forma para a exibição de dados. Mas é preciso treinar.
domingo, 2 de setembro de 2012
RECURSOS DIDÁTICOS
Uma aula, uma palestra, um seminário, todas essas possibilidades tratam basicamente de uma mesma situação: a comunicação do resultado de uma pesquisa ou estudo sobre um determinado assunto.
Para que funcionem é preciso atentar para as seguintes partes:
a) o conteúdo: é necessário pesquisar o assunto por meio de autores e fontes diversificados e de qualidade;
b) a organização: não basta ter muito conteúdo de qualidade para passar ao público, é importante pensar na ordem da exposição de cada tópico; lembre-se de que a plateia não entende do assunto, ou entende pouco, por isso é preciso deixar claro logo no início o que será apresentado e ir expondo as informações gradativamente;
c) a apresentação: conteúdo e organização são importantes, mas é fundamental cuidar da apresentação. Por isso é preciso atentar para: a postura e a voz dos apresentadores; a clareza dos recursos visuais (slides, imagens, quadros, cartazes, apostila...); a correção gramatical dos textos etc.
Abaixo segue uma lista de recursos que podem ser usados na apresentação:
Abaixo segue uma lista de recursos que podem ser usados na apresentação:
- Como organizar seminários.
- Como criar apresentações usando o Power Point.
- Recursos de ensino-aprendizagem.
- Modelos de flip chart (é um recurso limitado, mas é bem barato e útil para apresentação de imagens, gráficos etc.). Veja também aqui.
- O uso de maquetes como recurso didático. Veja também aqui.
- Um zine ("revista" xerocada) é um recurso barato e muito bom para fazer coletâneas de textos, falar sobre um autor ou um movimento artístico etc.
- O programa SCRIBUS (faça o download) é ótimo para diagramar jornais, revistas, zines etc. E é grátis.
ESTUDO DA HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA E INDÍGENA
As leis complementares de 2003 e 2008 tornam obrigatório o ensino sobre a história e a cultura afro-brasileira e indígena. Uma vez que estas são culturas importantes na formação da sociedade brasileira, mas que costumam ser pouco privilegiadas ou mesmo ignoradas nos planejamentos das aulas de história, artes e literatura.
Veja mais sobre o assunto na página SALA DE AULA (na guia superior).
Veja mais sobre o assunto na página SALA DE AULA (na guia superior).
Abaixo segue uma lista de linques para quem quiser saber mais sobre o assunto:
Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, modificada pela Lei no 10.639, de 9 de janeiro de 2003, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena”.
Altera a Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira", e dá outras providências.
Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
ARQUIVOS DO BLOG ANTIGO
Por motivos de "usabilidade", como diria o técnico Tite, estou migrando para esta plataforma. Aos poucos vou repostar aqui os principais artigos do meu blogue anterior.
Quem quiser ler na versão antiga, vá para http://fabioelionar.spaceblog.com.br/ e dê uma olhada.
Sugestões são bem vindas.
ENFIM, A REFORMA!
ENFIM, A REFORMA! (por Fábio Elionar do C. Souza)
Depois de sucessivos adiamentos, finalmente a reforma saiu do papel e tem agenda e prazo para se tornar realidade. A partir de 2009 começa o delicado processo de acomodação das novas regras para usuários antigos, estes, sim, os que terão que se esforçar para assimila-las.
O que os órgãos responsáveis precisam fazer agora, já que a reforma parece ter emplacado, é dirigir o processo de adaptação às mudanças ortográficas, que está previsto para se concretizar em 2012. Usar a mídia para esclarecimentos dos usuários e as escolas para a capacitação dos professores serão metas prioritárias e é por aí mesmo que a coisa deve andar.
Agora, é preciso observar que as mudanças não têm finalidades pedagógicas ou de socialização, entenda-se facilitação da alfabetização, do diálogo entre povos, da padronização das línguas... Nada disso. A reforma ORTOGRÁFICA é fundamentalmente uma medida de ordem política e econômica. Vamos explicar.
Primeiro, norma ortográfica é o conjunto de REGRAS que padronizam a ESCRITA de uma determinada língua, que é falada diversamente no tempo e no espaço por seus inúmeros e diferentes usuários. Qualquer lingüista (o cientista que investiga objetivamente o fenômeno da linguagem) sabe que há diversas peculiaridades no falar, causadas por motivos vários: as culturas de cada região; o grau de escolaridade e o nível sócio-econômico dos falantes; a idade etc. E não cabe a um cientista julgar ou impor seu padrão de "belo" e "correto", o que lhe cabe é explicar o funcionamento de algo, no caso, do uso da língua (recomendo a leitura de Marcos Bagno, Carlos Faraco dentre outros).
Portanto, a reforma não pretende interferir na fala de ninguém, nem na pronúncia, nem nas escolhas vocabulares e de organização (sintática). Assim, guarda-fato e guarda-roupa, fila e bicha continuam intocáveis. O que se pretende mudar e padronizar é o modo de grafar (registrar por escrito) as palavras.
Existem vários sons na língua portuguesa, muito mais que os 26 símbolos gráficos (letras) que os representam. E assim continuará. Por exemplo, o som /s/, de s-a-l-a, pode ser representado por S mesmo, por C (c-i-n-t-o), ou SS (p-a-s-s-a), ou SC (n-a-s-c-e-r), ou X (a-u-x-í-l-i-o). O que determina tais escolhas são “acordos” entre gramáticos, lexicógrafos, instituições culturais etc., que vão buscar justificativas várias para essa ou aquela “convenção” (que pode ser a etimologia da palavra, uma regra por analogia, uma regra de aportuguesamento e por aí vai).
Então voltemos lá em cima. A mudança será política porque viabilizará a troca e expedição de documentos unificados (entenda-se OMC, ONU, UNESCO etc.) dos países de língua portuguesa, vistos, aí sim, como blocos mais coesos do que atualmente parecem ser.
A questão econômica também é importante, uma vez que um livro publicado aqui ou em Portugal precisa ser "traduzido" ao ser importado. Isto faz aumentar os custos de produção e emperra uma troca maior de produtos culturais (dvd's, livros, jornais etc.). Lógico que devem estar articulando formas de negociações com facilidades alfandegárias, o que é uma tendência atual em certas relações. Dependerá aí das posturas de cada país. Por sua vez, acredito que, posto em prática, uma nova reflexão entrará em cena: até que ponto a ortografia unifica de fato. Pois a tal diferença bicha/fila e suas parentas é que, de fato, peculiarizam o português de Portugal e o do Brasil. Mas uma coisa de cada vez.
Acho importante que tudo isso ocorra, caberá aos usuários da língua ESCRITA adaptarem-se às novas regras. Minha filha, de dois anos, aprenderá o abc com 26 letras e isso para ela será a coisa mais normal do mundo, como para alguns de nós é normal usar o trema, como para alguém dos anos sessenta era comum escrever "vêzes", e para alguém do início de século "pharmácia" era o certo. Daí os lingüistas afirmarem que a noção de ERRO e ACERTO só é objetiva e válida no plano ortográfico e não no prosódico. Às vezes é difícil aceitar isso, mas os primeiros indivíduos a tomarem contato com a teoria heliocêntrica devem também ter ficado indignados.
Ortografia não é ciência, é lei, é regra instituída. Digo sempre que ficar pelado não é algo "errado", afinal não há como tomar banho de roupa (pelo menos não tão bem), o que é "errado", por contrariar uma lei, é ficar nu em público (ainda assim, se o público não estiver de acordo). Ou seja, o erro não é do ato, mas do contexto de uso, uma vez que o uso é regulamentado.
(postado originalmente em http://fabioelionar.spaceblog.com.br/r14769/EDUCACAO/3/)
Assinar:
Postagens (Atom)